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Supergirl: a melhor Lanterna Vermelha da DC Comics

A Mulher do Amanhã também sente raiva!

Descubra como Supergirl se tornou a melhor Lanterna Vermelha da DC Comics, aprendendo a utilizar sua raiva para salvar os outros. Leia agora!

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Supergirl é, sem dúvida, uma das heroínas mais emblemáticas da DC Comics! No entanto, sua jornada como Lanterna Vermelha trouxe à tona um novo lado de sua personalidade que poucos fãs esperavam ver.

Os Lanternas Vermelhos, cuja cor representa a raiva e a fúria, são considerados um dos grupos mais violentos no universo da DC Comics.

Cada cor da tropa dos Lanternas representa uma emoção diferente, com o vermelho representando a raiva.

Para entender o contexto, é importante saber que o Espectro Emocional se divide em sete cores do arco-íris, onde cada cor representa uma emoção diferente.

  • Vermelho: Raiva
  • Laranja: Avareza
  • Amarelo: Medo
  • Verde: Força de Vontade
  • Violeta: Amor
  • Azul: Esperança
  • Índigo: Compaixão

Apesar disso, Supergirl conseguiu encontrar seu lugar entre os Lanternas Vermelhos e mostrou que a raiva pode ser uma ferramenta poderosa se usada com sabedoria.

Neste artigo, exploraremos como a personagem aprendeu a controlar sua raiva e usá-la para ajudar os outros.

Supergirl, a escolha perfeita

Ao longo dos anos, o grupo dos Lanternas Vermelhos teve a participação de diversos personagens famosos, cada um com sua própria história e motivação para se juntar às fileiras dos portadores da luz vermelha da raiva. Entre eles, está Guy Gardner, um dos mais populares heróis da DC Comics, que encontrou na raiva a inspiração para se tornar um Lanterna Vermelho e aprender a controlar suas emoções para lutar pelo bem. Embora outros heróis tenham se juntado às fileiras dos Lanternas Vermelhos, como Atrocitus e Dex-Starr, nenhum deles foi tão emblemático e influente quanto Gardner, que se tornou o verdadeiro líder do grupo

Depois de acreditar que seu amigo Kyle Rayner havia morrido, Guy Gardner juntou-se à Tropa dos Lanternas Verdes, mas conseguiu purificar-se com a ajuda do poder do anel da Tropa dos Lanternas Azuis.

Supergirl: a melhor Lanterna Vermelha da DC Comics

No entanto, a transformação da Supergirl em Lanterna Vermelha foi surpreendentemente bem-sucedida, pois ela conseguiu canalizar sua raiva para o bem.

Em uma edição icônica dos Lanterna Vermelhas lançada em 2014, Charles Soule escreveu e Jim Calafiore, Alessandro Vitti e Miguel Sepulveda ilustraram a Supergirl enfrentando seus próprios demônios internos enquanto tentava lidar com sua nova identidade como Lanterna.

Como uma adolescente kryptoniana recém-formada em Lanterna, Kara enfrenta uma série de mudanças e desafios desconhecidos, que ela não tem certeza de como superar. Mas com a ajuda de seus companheiros Lanternas Vermelhas e sua própria força interior, ela é capaz de transformar sua fúria em uma poderosa força do bem, se tornando uma das mais poderosas e temíveis Lanternas Vermelhas.

A Mulher do Amanhã Cheia de Raiva

Mas o Anel Vermelho escolheu-a por um motivo, e ela canaliza toda a sua raiva acumulada pela perda de seu povo em seus poderes. O Anel a escolheu porque ela não conhece seu próprio poder e vem remoendo sua raiva há muito tempo.

Como prima mais nova do Superman, ela se sente como se fosse apenas uma bagagem sendo carregada por aí, em segundo lugar em relação a Kal-El, e não tem a oportunidade de se expressar.

O próprio Superman reconhece que ela tem o hábito de segurar seus sentimentos negativos em vez de expressá-los ou lidar com eles de maneira construtiva.

Em outras palavras, Superman quer dizer que a Supergirl tende a reprimir sua raiva, em vez de expressá-la de maneira saudável. Para superar suas emoções negativas e encontrar paz interior, ela precisa enfrentar a perda de sua família e os desafios atuais, aceitando e processando suas emoções de forma saudável. Assim, poderá se tornar uma heroína ainda mais forte e resiliente..

Supergirl: a melhor Lanterna Vermelha da DC Comics

A raiva como força motriz

Em Supergirl: Mulher do Amanhã, obra de Tom King e Bilquis Evely, a raiva e o esgotamento pela perda de seu povo se tornam a força motriz da Supergirl.

Ao longo da história, testemunhamos Kara Zor-El enfrentando uma série de desafios, incluindo a difícil escolha entre matar ou deixar seu prisioneiro ir embora. O que a impede de agir de forma precipitada é a única pessoa no universo que realmente entende o que ela está passando.

A perda de Krypton carregou Kara com a missão de proteger aqueles que precisam de ajuda, bem como oferecer apoio àqueles que são como ela. No entanto, ela também sabe que a raiva pode ser uma faca de dois gumes, pois pode consumi-la se ela não a controlar.

Ao longo da história, vemos Kara sacrificar muito de seu tempo e sanidade para ajudar uma jovem a aprender a usar sua raiva para ajudar os outros, em vez de perpetuar um ciclo de ódio. É uma lição valiosa que podemos aprender com a Supergirl: que mesmo quando estamos com raiva, podemos transformar essa energia em algo positivo e ajudar a tornar o mundo um lugar melhor.

Como a Supergirl aprendeu a usar a raiva

Ao longo de suas aventuras, Supergirl aprende a canalizar sua raiva de uma forma construtiva e benéfica. Ela entende que a raiva é uma emoção poderosa que pode ser usada para impulsionar a mudança e ajudar os outros em vez de feri-los.

Ela também aprende que, embora possa ser difícil, é importante compartilhar sua dor e seus sentimentos com os outros. Ao fazer isso, ela não só ajuda a si mesma, mas também a aqueles que estão passando por situações semelhantes.

Ao usar sua experiência como Lanterna Vermelha, Supergirl se torna uma guerreira mais compassiva e empática, pronta para ajudar aqueles que precisam de sua ajuda e orientação.

Ela é a melhor Lanterna Vermelha da DC Comics

Supergirl: Woman of Tomorrow

Essa abordagem é particularmente evidente na história “Supergirl: Woman of Tomorrow“.

A história acompanha Supergirl em uma missão solitária para ajudar uma jovem alienígena a encontrar um novo lar.

No entanto, a jovem alienígena é consumida pela raiva e pelo desejo de vingança após a morte de sua família, o que a torna um perigo para si mesma e para aqueles ao seu redor. Supergirl, que entende a dor da jovem alienígena, usa sua própria raiva e tristeza para ajudá-la a superar sua dor e seguir em frente.

É um exemplo de como Supergirl usa sua experiência para ajudar os outros a superar a dor.

Outra abordagem que Supergirl adota é aprender a controlar sua raiva em vez de deixá-la controlá-la. No início, quando se torna uma Lanterna Vermelha, ela é consumida pela raiva e age impulsivamente. Mas com o tempo, ela aprende a controlar essa emoção e usá-la de maneira mais estratégica em suas missões.

Em “Supergirl: Red Daughter of Krypton“, escrita por Michael Alan Nelson e ilustrada por Chad Hardin, Supergirl encontra uma versão alternativa de si mesma de outra realidade em que ela se tornou a aliada da União Soviética. Nesta realidade, Supergirl é movida pela raiva e pelo desejo de justiça, mas é controlada pelo governo soviético.

Com o tempo, ela aprende a controlar essa emoção e usá-la de maneira mais estratégica em suas missões, aprendendo a pensar antes de agir e a canalizar sua raiva para ajudar os outros de forma mais eficaz.

Conclusão

Em resumo, Supergirl é uma das melhores Lanterna Vermelhas da DC Comics porque ela usa sua raiva de maneira positiva para ajudar os outros.

Em vez de ser consumida por sua dor e tristeza, ela aprende a canalizar essas emoções em ações positivas.

Através de suas missões como Lanterna Vermelha, ela aprende a controlar sua raiva e usá-la de maneira estratégica.

Como resultado, ela se torna uma força poderosa para o bem e uma inspiração para outras pessoas que estão lutando com a raiva e a dor.

E você, já descobriu como lidar com suas próprias emoções? Compartilhe sua história nos comentários e juntos podemos ajudar uns aos outros a encontrar a paz interior e a força para superar qualquer desafio!

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Fonte
Screen Rant

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Ana Beatriz

Filha de nerd, nerd é. Amo ler, assistir filmes, animes e séries. Mas minha maior paixão é o Skate!

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